30/11/2010

Aviõeszinhos Reciclados

  Em meu tempo de criança sempre reaproveitava,caixas de fósforos,tampinhas de creme dental,latas de oléo e outros materiais e fazia brinquedos para mim e meus irmãos a  diversão era certa. Tinha de tudo, caminhãozinho feito de latinhas, lata com cordão para andar em cima,sofazinhos de cx de fósforos e tantos outros.
Hoje, recebi essa sugestão de artesanato e reciclagem de latinhas de alumínio,  achei muito interessante. Utilizando latinhas de refrigerante e cerveja o artista faz aviões de brinquedo. Lindos?!

Veja mais essa bonita e alegre inspiração de reciclagem :




EloeCia

14/11/2010

DO LIXO PARA MINHA SALA>

                Num dia chuvoso sai para receber alguém que batia
                palmas na frente da minha casa,era o pedreiro
            do meu vizinho,conversamos e ele foi embora.
               Quando olhei para o lixo cheio de pedras e restos
     de madeira lá estava ele bem encima  já um pouco molhado
      pela chuvinha que caia,não vacilei e resgatei do lixo. 
                     Quando a vi já sabia o que fazer com ele.

                              Olhem no que se transformou.



EloeCia

KOMBINA,Moda sobre quatro rodas dentro de uma Kombi

Gente eu me apaixonei por essa idéia maravilhosa que é a KOMBINA,suas idealizadoras são pessoas muito criativas e estão com o pé na rua sempre que a oportunidade aparece,é de pessoas assim que esse Brasil é feito.
E ainda ha gente que diz que brasilieiro é preguiçoso.  


          Moda sobre quatro rodas dentro de uma Kombi

Amigas abandonam a profissão de bancárias para vender peças femininas em uma Kombi, que vai até o cliente com produtos de multimarcas.


Abordo de uma Kombi branca, modelo 2001, toda decorada com figuras que lembram peças do vestuário feminino, as ex-bancárias Dina Ribelo, 41 anos, e Bia Santos, 40 anos, estão levando moda para diferentes locais de Brasília. O projeto Kombina nasceu com o intuito de vender roupas femininas em pontos estratégicos da cidade, como universidades, feiras e eventos de moda, movimentando-se de acordo com a demanda. “Temos um mix bem mais amplo de produtos femininos”, afirma Dina.
Na Kombina, estrutura bem confortável com direito a provador e bancos internos para as clientes se sentirem mais à vontade enquanto fazem suas compras, há basicamente tudo que uma mulher precisa na hora de se vestir. “Trabalhamos com diversos produtos. Há muitas bijuterias, peças de vestuário, acessórios, bolsas e até cosméticos. Só não trabalhamos com calçados pelo espaço, não seria possível por causa da numeração”, conta.
“Por outro lado, como vendemos lingeries e cosméticos íntimos, temos um espaço intermo mais reservado e aconchegante para que as clientes possam escolher, sem receios, o que desejam levar”, completa Dina. Atualmente, a dupla trabalha com algumas peças de criação própria, mas a maioria ainda é comprada em viagens a São Paulo e Belo Horizonte. O salto deverá ser mais alto nos próximos meses! “Nosso ideal é trabalhar apenas com criações próprias”, explica Bia, que tem o apoio da sogra, costureira, para concretizar o sonho.
Mesmo com pouco tempo na estrada, a dupla já está cheia de planos para a Kombina. “Estamos a mil! Felizmente, a Kombina está sendo um sucesso. Onde a gente passa sempre aparece alguém querendo comprar. Também estamos vendendo em frente ao UniCeub e participando de eventos, como o BSB Mix. Nessa correria, muitas ideias surgem, só falta colocarmos em prática. Logo o site, em construção, deve estar no ar. Nele queremos expor nosso catálogo e implantar a ideia do delivery”, garantem as sócias.
O início do sucesso
Amigas há vários anos, Bia e Dina trabalharam juntas por 13 anos como bancárias. Como sempre gostaram de moda, viviam planejando abandonar a carreira para investir no que realmente almejavam.
“Comecei a trabalhar no banco ainda muito nova. Com o passar dos anos, a idade vai chegando e percebemos que aquela era a hora de colocar em prática a ideia de abrir um negócio próprio. Sempre sonhamos com isso. Mantínhamos um dinheiro guardado para começar o projeto”, lembra Dina.
Observando a amiga correr atrás de seu ideal, Bia também decidiu se dedicar inteiramente à moda. “É um sonho das duas. Quando vi que poderíamos colocá-lo em prática, fiquei muito feliz e acompanhei a Dina”, conta.
A primeira iniciativa da dupla foi comprar a Kombi. Mesmo sendo um veículo em bom estado, Dina e Bia tiveram dificuldades de dirigi-lo no começo. “Morríamos de medo. A Dina tinha mais receio, mas, com o tempo, nos adaptamos. Tivemos alguns problemas como quebrar o câmbio quando estávamos aprendendo. Mas hoje já não temos problemas nem na folguinha do volante”, conta Bia, aos risos.



Com o carro comprado, era hora de deixá-lo com a cara da marca e adquirir as mercadorias para começar a colocar à venda e recuperar o investimento. Para ilustrar o veículo e criar a logomarca, a dupla contou com o apoio de uma pessoa, mas fizeram questão de acompanhar de perto todo processo de criação. “Alguns detalhes são nossos, desenhamos muita coisa. Quando ele estava criando, sempre levávamos os desenhos para casa e coloríamos do nosso jeito. O resultado nos agradou bastante. Acho que ficou com a nossa cara”, afirma Bia. Para comprar as mercadorias, Dina e Bia fizeram viagens a São Paulo e Belo Horizonte. “Somos muito próximas. Muitos dizem inclusive que parecemos irmãs. Tudo o que fazemos em relação a Kombina é junto. Em todas as viagens, as duas estão presentes”, afirma Bia.
Até mesmo o nome surgiu em uma conversa delas. “Decidimos que seria uma combinação dos nossos nomes com a Kombi, aí surgiram várias ideias. Uma delas foi a DinaKombia, mas ainda não achamos que era o ideal. Foi quando a Bia me telefonou e disse: “Que tal Kombina?” Achei perfeito. O nome veio para completar o projeto”, garante Dina.
EloeCia

02/11/2010

Cupula Renovada Por " LUCIANA MURTA"

Antes


Comecei descolando o tecido e os enfeites que estavam na cúpula, deixando a cúpula lisa original:

Em seguida, corto o excesso do tecido embaixo, deixando uma sobra de uns 5cm para fazer o acabamento no final. Essa sobra de tecido pode (e deve) ser bem menor, mas para não arriscar de faltar tecido por um errinho qualquer (e eu sou mestra em cometer errinhos) deixo uma folga maior e corto no tamanho certo só no final:

Para os primeiros passos deixo a cúpula presa a base do abajur mesmo, isso facilita o manuseio do tecido, sem precisar ficar segurando a cúpula. Pego o tecido escolhido (uso tecido 100% algodão, é o que fica com melhor resultado e o mais fácil de trabalhar, não sei se fica bom com outros tipos) e coloco-o inteiro sobre a cúpula, ajeitando bem para que fique lisinho e bem assentado por toda a volta dela:

Para colar, diluo cola branca com um pouquinho de água e passo na cúpula com um pincel. Normalmente eu começo a colar pela parte de trás da cúpula, onde fica a emenda, mas como queria centralizar a guirlanda da estampa do meu tecido, comecei a colar pela parte da frente, para garantir que ficaria no lugar certo:


Vou passando a cola em faixas e colocando o tecido em cima, alisando bem, até chegar na emenda:
Quango chega ao final, corto o excesso de tecido deixando uma folguinha para colar:



Fiz a mesma coisa do outro lado, partindo do meio para a parte de trás, até chegar na emenda. (Lembrando que para estampas uniformes, onde não é necessário centralizar uma parte dela, é mais fácil começar a colar pela parte de trás, a partir da emenda, seguindo por toda a volta da cúpula, até chegar a emenda novamente). Quando termino de colar, corto o excesso do tecido também deixando uma sobra para sobrepor as extremidades:

Colo uma extremidade sobre a outra, sobrepondo cerca de 1cm de tecido:
Recorto o excesso de tecido agora da parte de cima, sempre deixando uma sobra:


Para fazer o acabamento na parte de cima, corto o tecido em algumas partes, dando uns talhinhos, para que eles virem para dentro sem repuxar:



Passo cola com o pincel na parte de dentro e viro o tecido, colando e ajeitando com o próprio pincel, até terminar:



Na parte de baixo da cúpula, antes de finalizar, eu aparo aquela sobra de tecido que normalmente deixo bem grande, para que a beirinha que vira para dentro não fique grande demais. Depois repito o mesmo processo, cortando o tecido em várias partes, passando cola e virando as beiras para dentro, colando bem, até o final:



E a cúpula está pronta:

Se quiser dar um acabamento na cúpula, para proteger e facilitar a limpeza, pode passar uma camada de cola ou termolina leitosa por cima do tecido. Eu particularmente acho muito mais bonito deixar só no tecido mesmo. A cola ou a termolina dão um aspecto brilhoso, meio plastificado, encobrindo a textura do tecido, que eu acho linda. Mas sem o acabamento, ela também fica mais frágil, suja mais e não dá para limpar muito bem. Eu ainda prefiro assim, mesmo que tenha uma vida útil menor e eu tenha que trocar mais vezes.

Gente eu estava doida para renovar a cúpula do meu abajur,e navegando encontrei esta renovada por Luciana Murta.Ficou espetacular a estampa ela foi muito feliz na escolha da estampa ,ficou maravilhoso ... Luciana meus parabéns e que sua criatividade continue a mil.


EloeCia